13 de out. de 2013

Problemas...

http://osprofanos.com/wp-content/uploads/2012/09/Fluxograma-do-problema.jpg



☆... Se o conhecimento pode criar problemas,
 não é através da ignorância que podemos solucioná-los. ...☆

 
 
 
☆☆... Isaac Asimov ...☆☆






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Dom X Sam - el grand duelo ...



No The Voice de 2012 quando Ellen Oléria entrou no primeiro dia, pensei "Eis a voz", e ela venceu o programa. E mesmo com todas as vozes apresentadas não mudei minha opinião e pra mim, foi uma hiper mega vitoria-merecida.

O The Voice 2013 ainda está acontecendo, mas não podia deixar de dizer que Dom Paulinho é a voz. Uma voz super conhecida por mim, e para quem curte musicas do gênero. Já esteve cantando no Jô, e tem um carisma ímpar!! Tem tudo pra ser a voz do ano.

Mas, surpresas à parte, preciso dizer que essa semana, Sam Alves, cearense (uhuu), tem uma das vozes mais lindas que já ouvi e o páreo vai ser duro de matar!! E ele desbancou Bruno Mars no iTunes na marca de videos mais baixados da semana.





Só posso declarar ... : OLHO NELES POVO!! (Rss)







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Uma "porta sem fundo"...

Huck: quase 17 milhões de seguidores

O fundo da “Porta”









JOÃO CARLOS MELO - 12/10/2013 às 17:33

BRASIL, O PAÍS DO FUTURO… DO PRETÉRITO!
Hoje lembrei quando na escola, nas aulas de português, aprendíamos sobre tempos verbais e como conjugar os verbos em cada modalidade. Lembro-me especificamente do “futuro do presente” e do “futuro do pretérito”, ou futuro do “rico” e futuro do “pobre”, como ensinava minha professora. A didática era perfeita. O entendimento era fácil. O futuro do “rico” (presente), é aquele que o indivíduo alcança tudo que almeja: farei, comprarei, serei. Já o do “pobre” (pretérito), o coitado que nunca chega lá: faria, compraria, seria. 

A diferença era clara entre aquele indivíduo que tinha metas, objetivos e as alcançaria, ou melhor, as alcançará – o indivíduo “futuro do presente”, e aquele indivíduo que é cheio de condicionantes, de “porém” – o indivíduo “futuro do pretérito”. Ainda na escola, agora nas aulas de história e geografia, ao mesmo tempo em que víamos como construímos nosso país, discutíamos sobre onde chegaríamos. Como será o Brasil daqui há alguns anos? Será o país do futuro, a nova potencia mundial, um país repleto de riquezas naturais, com potencial para indústria de todos os gêneros, com povo acolhedor e batalhador!

Bom, parece que o futuro chegou. Aquele dos livros, das discussões, dos anseios. Mas aí me pergunto: que futuro é esse que chegou para nós? Futuro? Tem certeza?

Futuro em um país onde os sistemas não funcionam: a saúde – pública ou privada; a educação – fundamental, média e superior; a segurança- municipal, estadual, federal; os transportes – coletivos, individuais, terrestres, aéreos; os serviços – públicos, privados, diários, fundamentais; a política – partidária, apartidária, por interesses etc.?

Futuro em um país onde, ao sair de casa, nos deparamos com cidades imóveis, inertes, pelo simples fato de não haver nenhuma preocupação nem investimento em planejamento urbano, mobilidade, transporte público, educação e civilidade, limpeza, saneamento, condições para habitar-se, para viver? 

Futuro em um país onde “suportamos” eternamente políticos medíocres, bandidos, ladrões, que agem em benefício próprio, que se movem à surdina para aumentar salários, comissões, verbas, auxílios, mas não lutam, discutem ou propõem mudanças, aquelas que falei acima e que transformariam o jeito de se viver aqui?

Futuro em um país onde trabalhamos quatro meses do ano apenas para pagar impostos, e esses nem transparentes e claros são, pois não temos o direito de saber quanto está embutido nos bens que consumimos, nos serviços que adquirimos, no trabalho que prestamos?

Futuro em um país onde esses impostos deveriam ser a base para tantos outros serviços que deveríamos receber “gratuitamente”? Entre aspas porque de gratuito não tem nada, já que os bancamos com quatro meses de nosso suor.

Futuro em um país onde é preciso pagar planos privados de saúde, escolas e faculdades particulares etc. E que ainda assim são prestados de forma descompromissada, desrespeitando diversas leis e diretrizes, até o ponto de termos que criar códigos de defesa para garantir a execução daquilo que foi contratado?

Futuro em um país onde mal temos o direito de reclamar e buscar os “direitos” enquanto consumidor, cidadão, usuário, contribuinte, já que as instituições que deveriam criar, reger e defender as leis do povo – judiciário, legislativo e executivo, são mais um dos muitos problemas existentes no país?

Resumindo, como falar em futuro em um país onde não há como indignar-se todos os dias do levantar-se ao deitar-se?

O pior de tudo é saber que fomos e somos nós que construímos esse país, que construímos esse futuro. Mas infelizmente é um futuro que já chega “velho”, que já chega “pobre”, que nunca alcançará as metas e os objetivos de todos, pois nunca se torna PRESENTE aquilo que já nasce PRETÉRITO.
(...)

João Carlos de Melo Silva .¨.
Professor de Administração e Marketing
Congressista Palestrante do Grupo Unopar
M.E.C nº 116.993.874/118/DF / C.R.A nº 20-34199-7
Rio de Janeiro — Brasil
http://www.profjoaocarlos.blogspot.com
http://www.maconariauniversal.com.br
http://www.unoparvirtual.com.br
21-9664-1655


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Observação: Esse foi um comentário postado no Radar Online-Veja, onde noticiou sobre Luciano Hulk investir no "Porta dos Fundos" .... (Reflita sobre isso!)

Observação 2: Esse texto-comentário me representa!!!





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11 de out. de 2013

Por mim mesma...

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☆... Já fui criança e já brinquei muito. Já pulei corda e esfolei os joelhos.

Já tive um amigo imaginário. Já caí de escada.

Já rapei o fundo a fundo da forma do bolo. Já menti e já gritei.

Já me fiz de bruxa e de princesa.

Já fui adolescente inconsequente e lutei.

E nunca fui a dona do mundo, apesar de desejar isso com todas as forças.

Já tive todas as certezas e até sabia tudo, (hoje eu sei que mentia pra mim mesma!!).

Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés para fora.

Já fugi de casa para sempre, (e voltei 2 anos depois).

Já conversei com o espelho, (coisa que faço até hoje!)

Já confundi sentimentos.

Já mergulhei sem vontade de voltar (e quase morri por isso). Já tremi de medo.

Já quase morri de amor, mas renasci por um sorriso....

Já acordei no meio da noite sentindo-me perdida.

Já apostei em correr descalça na rua.

Já estive no topo do mundo e não encontrei o meu lugar.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.

Já chorei sentada no chão do banheiro desejando morrer.

Já sofri para não fazer sofrer. Já me calei para não fazer chorar.

Já me senti sozinha no meio de mil pessoas ... quando só sentia a falta de uma.

Já vi o pôr-do-sol vermelho e alaranjado. Já acampei. Já viajei muito,

Já gritei de felicidade.

Já me apaixonei, e achei que era para sempre. E descobri que nada é eterno.

Já me deitei na relva de madrugada e vi a Lua e o nascer do sol.

Já chorei muito. Já chorei por amor, por desamor e por amigos.

Já chorei por ver amigos partirem, mas já sorri por ver outros chegando...

Já me fiz de palhaça para alegrar um amigo só para não o ver chorar.

Já plantei várias árvores (meu planeta agradece!!)

Já escrevi meio livro. (Nem queira lê-lo!!)

Falta as restantes páginas ... do livro da minha vida! ...



Adaptação para minha realidade  
ღ ☆ Ƒeita de Ϛoisas ♥ ☆







Nas estrelas...






☆... Leva-me pra Lua
Quero ficar entre as estrelas
Deixa-me voar
Em direção a este lugar
Dá-me tuas mãos

Vem comigo
Vem me encontrar
Nesta viagem ...☆






☆☆... Ana Caram ...☆☆







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Viva como as Flores...

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☆... Em um antigo mosteiro budista um jovem monge questiona o mestre:

- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.

- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.

- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.

- Repare nas flores - continuou o mestre - apontando os lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores. ...☆





ღ ☆ Ƒeita de Ϛoisas ♥ ☆






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A essência...

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEig7SACfm5dlFA2BTG9WwJtRqLqipHEoUr5KTrpT39D5aSHWkTcTwObMO1_p9Cm4gSspFYA85Eo_vK8qsd2iAzwzblXinMDP6FpOQwzSjX6krj9ukyhgNTEavbX-oAF3Gm2HS5NDU5PH14L/s320/cora%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+neve.jpg


☆... Tudo que existe e vive precisa ser cuidado para continuar existindo. Tudo o que vive precisa ser alimentado. Assim, o cuidado, a essência da vida humana, precisa ser continuamente alimentado. O cuidado vive do amor, da ternura, da carícia e da convivência. ...☆



☆☆... Leonardo Boff  ...☆☆






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