23 de out. de 2013

Antidoto...

http://2.bp.blogspot.com/-SoW_NfsvC9k/UgIpAGvm50I/AAAAAAAAAfU/3aHzNTEv2Zo/s1600/Breathe.jpg


☆... Preciso inventar meu cotidiano diariamente, para não enlouquecer, para acreditar em qualquer coisa além disso tudo. Preciso inventar meu cotidiano diariamente para que pássaros se enraízem na terra e homens descubram que o amor é aquele que cega por excesso de luz. Preciso inventar meu cotidiano diariamente para criar um antídoto imediato para essa morte constante de tudo. ...☆

 
 
 
☆☆... Tiago Fabris Rendelli ...☆☆









21 de out. de 2013

Sua marca...

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTSJvAAgOIUGbLWmsS-MPS1gCxaZcz0ymJppVfc6hb23buUBeWURaVWvbGsP42GFUZ5vKE3bcNsJ7QCR1Q8qH-dTKsBHosH2Tuhbv2BXQd8W5YsQpKNGp1Si4qKb9n92lpU5Ze0GevC4WZ/s1600/a+marca+da+saudade.jpg


☆... Marca a tua caminhada pela Terra com marcas que nunca se apagam, escreve com o coração tudo o que fizer, assim, as dores serão passageiras rápidas na tua vida. Carrega em você a semente da alegria e distribua para todos que se aproximarem de você, assim nunca te faltarão amigos dispostos a dividir o peso da sua jornada.

Conquiste amigos em todos os lugares por onde andar e conquistará um tesouro eterno, que nenhum ouro poderá pagar.

Que a sua marca de vida seja a alegria, assim, deixarás para sempre, uma lembrança suave de quem será amado para sempre. ...☆






☆☆... Paulo Roberto Gaefke ...☆☆







.

Crescer...

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhXh0jt03V3argcFkFyRrrjLG2UvuCU8pvXNedW30YxbIfEzj6tdHr7ykU7V1bX3NVMmXXJGxwk1OEcI0-5QUiq53WdjzrebTzeu1WXWCAVWLVBzzmTW5ePoKvmFC3NQi-QIwI1r0cocA/s1600/crescer.jpg


☆... "Vez em sempre" a gente dá uma paradinha para fazer um balanço "e se pergunta se é mesmo isso a que a gente achou que ia ser quando a gente crescer". Pois é, Lulu já deu a letra. Ninguém disse que seria rápido, ninguém disse que seria certo, ninguém disse que seria. Ninguém falou porque simplesmente não tem graça saber. Ninguém contou porque não adianta dizer. Não somos lá muito chegados em ouvir, fomos feitos pra sentir. ...☆





☆☆... Fernanda Gaona ...☆☆







.

20 de out. de 2013

Desistência...

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOaHGcZ5l870TFPGQuw_w-75XlGZNkw6EoPuQuPeyxWpKLgYCLyw4Wu_ssr0mnj0cpV0MvfB72YgP2dG4rVyBTOLjRiG6nwbSVRTTjttw5MazTze8blAiAqaZZ_Ak7sVY0c1oNDEsDD26R/s320/Voce-diz-que-ama-a-chuva.jpg


☆... Há um gosto amargo no fundo da garganta 
feito de toda poesia que não digerimos 
e desistimos de existir sem silêncio. ...☆

 

☆☆... Tiago Fabris Rendelli ...☆☆








.

Um dia...

http://www.editoraevora.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/09/adeusamor.jpg



☆...E que jamais me diga "adeus".
Me diga até breve, até logo, até mais.
Almas que se encontram, 
proveem de um mesmo lugar e
nesse mesmo lugar vão um dia se reencontrar. ...☆





☆☆... Marcelo Vico ...☆☆







.

Em frente...

http://25.media.tumblr.com/tumblr_lpad1jRK9K1qbilq2o1_500.jpg

☆... Prossigo agora, pois é preciso chorar na rua sem parar em algum canto, ganir, gemer e continuar seguindo para esse lugar que nunca saberei onde fica e depois pagar as contas, sim, passar na farmácia, não posso me esquecer, cozinhar algo e dormir, pois chegará outro tempo e pode ser que uma coisa divinamente apaixonante aconteça comigo. ...☆






☆☆... Tiago Fabris Rendelli ...☆☆







.

Eram como...

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhstUCCMM_Ot5suuYxEawXxgacpLIGl47sXRqsUSxxUpzoa-0iLFvtgjRyR3SV2TCem75PbFFkveKNwzWu_OYKq0UE7SvdphQ3Fz-tQrSD-Ei_JA32OVrw1PW3JNV5fPplnpVD2PW7oslk/s1600/casal-preto-e-branco-529d83.jpg

☆... Eles viviam por aí. E eram costurados de solidão e desamparo. Tinham olhos apedrejados por exuberâncias e por muita luz. Construídos por vontades desesperadas, assim, cães raivosos na espera do afago, a mordida contaminada na carne da vida que lhes era negada. Dividiam-se por becos sujos numa ilusão opaca de desbravar o abandono e sentiam-se emocionados quando o sol morria no colo das montanhas. Criaturas completamente ternas, que choravam por uma pata de formiga separada de seu corpo ou pelo afogamento de um rio em suas areias. Comiam restos, ansiavam na penumbra, precipitavam-se na colheita e deixavam o parasita matar a flor por respeito à vida. E no fim nunca desapareciam porque nunca haviam chegado a existir. Eram como o vento, como a febre, como a água, como a chaga, como o ontem.

Eram feitos do mais puro amor. ...☆





☆☆... Tiago Fabris Rendelli ...☆☆







.