13 de mai de 2014

Próprias asas...



☆... E foi nos espinhos, na dor pontiaguda que sagrei minha melhor luta...
Foi no casulo, transbordando o grito do silêncio, a nostalgia da minha defesa que o borboleteio aconteceu; ousei voar e voei. Foi o meu mais espetáculo estado de fé, pois tive, vi, vivi e sobrevivi aos temporais e as tentações. Tombei, me inclinei, estive rente ao chão muitas vezes, mas a força em querer manter flor, enfeitou e perfumou os espaços doloridos e na busca, o encontro, o voo, a felicidade compondo melodia em minhas próprias asas. ...☆

 
 
 
☆☆... Simone Resende ...☆☆







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